Em comemoração à publicação de três importantes normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – ABNT NBR 16.782, ABNT NBR 16.783 e revisão da ABNT NBR 15.527, que visam regulamentar tecnicamente práticas ligadas à gestão integrada de recursos hídricos – foi realizado no dia (26/11), em São Paulo, o Seminário Conservação de Água e Uso de fontes alternativas em edificações – Diferencial competitivo para empreendimentos’.

A celebração das publicações se deve ao enorme esforço realizado nas últimas décadas para reduzir o consumo de água potável nas edificações, visando não apenas a gestão correta dos recursos hídricos e a mitigação dos impactos que a escassez de água causa nos centros urbanos, mas também pensando no bolso do consumidor. São elas:

  • ABNT NBR 16.782, de conservação de água em edificações;
  • ABNT NBR 16.783, de uso de fontes alternativas não potáveis em edificações, e
  • Revisão da ABNT NBR 15.527, de aproveitamento de água de chuva para fins não potáveis.

“Reduzir a quantidade de água utilizada e reaproveitar a água que seria desperdiçada beneficiará economicamente empreendimentos e as contas mensais das famílias”, destaca o vice-presidente da área de Meio Ambiente da CBIC e presidente da Comissão de Meio Ambiente (CMA) da entidade, Nilson Sarti.

“Esse arcabouço de normas vai viabilizar o uso racional da água para todo o Brasil e, mais do que isso, o uso consciente da água”, menciona Francisco Vasconcellos, representando o presidente do Sinduscon-SP, Odair Garcia Senra, ao lembrar que faltava embasamento técnico e organizado nas ações anteriormente criadas para o uso racional da água.

“Esse conjunto de normas é fundamental para o uso racional e para a vida”, menciona o vice-presidente e presidente eleito da ABNT, Mario Willian, parabenizando o esforço da CBIC e do SindusCon-SP na Comissão de Estudo para conseguir concluir essas três importantes normas.

O seminário contou com a realização do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional) e de entidades parceiras.